POR QUE NEM SEMPRE AS PESSOAS REVELAM ABERTAMENTE SEUS DESEJOS E ATITUDES?
HÁ TEMPO
PARA ADOECER E TEMPO PARA SE CURAR?
Neste mundo não adianta se esganiçar, deprimir, revoltar e
implorar por milagres indevidos e desmerecidos; no sentido de não trabalhados.
Tudo tem seu tempo de construção e desconstrução.
Há tempo para viver e deixar de viver.
Tempo para renascer; morrer de novo; e voltar a viver se for
preciso; e sempre é preciso; pois somos eternos destinados a alcançar a
felicidade e a perfeição relativa a cada etapa de nos tornarmos verdadeiros
filhos da Criação...
Em se tratando de doenças físicas e psicológicas:
Um item já deveria estar prá lá de sabido:
Qual o papel das ferramentas de cura?
A terapêutica deve intervir nos sintomas apenas até que o
organismo tenha tempo de curar a si mesmo, pelo esforço de reestruturação do
pensar, sentir, agir do doente.
Quem executa a cura definitiva no túnel do tempo?
Alongando seus horizontes de ação a verdadeira cura tratará
as doenças com terapias menos agressivas, menos amputadoras. A cirurgia do
futuro, por exemplo: será a cirurgia moral e a quimioterapia será a renúncia
aos vícios, aos prazeres sistematizados.
O tempo que levamos para adoecer é proporcional ao que levamos
para alcançar a cura definitiva?
Questão interessante se agregarmos ao raciocínio de cura temporária
e definitiva a aceleração das experiências e a passagem do tempo.
Qual sua forma de observar e sentir essa questão?
A CRIANÇA ADOECEU – DE QUEM É A RESPONSABILIDADE?
“Saúde ou doença é questão de escolha” quando se foca a evolução de forma absoluta quando se trata de indivíduos que já alcançaram o uso relativo do livre arbítrio.
Mas, e a criança em idade cronológica como fica?
Sua dependência física, de hábitos, psíquica e emocional a torna vítima das escolhas dos adultos com os quais convive?
Como avaliar a responsabilidade de uns e de
outros?
Sem perceber claramente; nós as educamos para a doença e o sofrer.
Sinaliza a lógica que a responsabilidade é relativa ao conhecimento e às capacidades latentes já desenvolvidas.
A recusa em pensar segundo a prontidão intelectual do momento, é que cria áreas de domínios, explorações e paradoxos.
Exemplo: tememos a moléstia que limita; no entanto ainda não valorizamos a saúde, apenas a doença com ganhos de todos os tipos.
- “Tadinho do filhinho da mamãe tá doente!” – Vem cá filhão, que tá dodói, o papai te trouxe um presentinho!”
Essa atitude é produto da educação e da cultura
milenar de ganhos secundários com o sofrimento.
ATÉ QUE PONTO SAÚDE OU DOENÇA É QUESTÃO DE ESCOLHA?
QUAL SUA OPINIÃO DO QUE FAZER PARA MUDAR ESSE
PANORAMA?
TUDO TEM SEU PREÇO?
Seu colesterol está alto; a senhora deve mudar sua dieta e
praticar exercícios...
Chegando á casa:
- Meu bem vai mudar tudo; aqui em casa de agora em diante só
comida vegetariana, sem açúcar, sem farinha, sem gordura trans – e muito
exercício; já fiz nossa inscrição na Yoga, no Tai Chi e vamos caminhar todos os
dias...
– Mas, eu não quero!
– Quer sim!
Após 15 anos vivendo de forma saudável e sendo capa da
revista da última idade, aos 94 anos o casal desencarnou num acidente aéreo.
Como viveram em harmonia com a vida foram parar no céu e
recebidos pelo São Pedro em pessoa.
- Venham vou lhes mostrar sua nova morada; chegou até a
janela e mostrou um lindo campo de golfe (paixão do velhinho); ele logo
perguntou:
– Precisa ser sócio ou qualquer um pode jogar?
– Ah! Meu filho, quando você quiser e pode pegar uns dois
anjinhos para carregar a tralha.
Mas, venham que antes de mostrar seus aposentos
particulares, vou lhes mostrar o refeitório, que fica aberto vinte e quatro
horas; podem se servir do que quiserem e do quanto desejar sem problema nenhum.
– Mas, São Pedro, não tem problema de colesterol nem
diabetes?
– Não meu filho!
– E se a gente engordar demais?
– Pode comer quanto quiser que não tem perigo!
– O velhinho olhou de cara feia para a velhinha e disse:
– Está vendo, o que suas manias fizeram – a gente podia
estar aqui há uns quinze anos...
Melhor a gente se guiar pelas próprias escolhas?
O AMOR LIBERTA
O amor é a própria liberdade.
Amar é ser livre.
Mas, principalmente, amar é libertar, cortar as amarras que nos prendem aos outros.
Daí, um importante avanço na arte de amar é treinar o perdão incondicional.
Só ama quem já é seguro de si mesmo, sabe o que quer e como quer, conhece seus direitos e não desconhece suas obrigações.
O RESPEITO ESTÁ EM BAIXA?
ESTAMOS PERDENDO O RESPEITO DE UNS PELOS OUTROS?
Além disso, o antigo sentimento de respeito era da
boca para fora ou ainda na presença da pessoa truculenta e autoritária; mas
pelas costas era bem diferente.
Nada contra a elegância social, tudo que é belo deve ser cultivado. E ser respeitoso com tudo e com todos é sinônimo de boa/educação pessoal e social; mas, deixar de questionar o que se discorda e aceitar truculência nas respostas é falta de coragem e leva a menos valia.
A cada dia fica mais claro que respeito não se pede
nem se impõe.
Respeito se conquista...
No contexto dessa aparente bagunça de valores sociais é preciso que fiquemos tranquilos, pois todos os verdadeiros valores do passado vão retornar pouco a pouco porque nunca desapareceram, são leis naturais de evolução, matemáticas e eternas. É só aguardar um pouco e desenvolver a paciência de esperar a “poeira e a água baixar”; pois, tudo sempre a cada dia fica melhor do que antes.
Revisemos
a cada dia; não apenas nossos valores; mas também nossa visão de mundo para que
haja paz...
A EVOLUÇÃO DO AMOR
Será possível dizer que o amor evoluiu?
Se ele é tão eterno quanto tudo.
Será que é capaz de mudar com o passar dos tempos?
Será que evolui e progride?
Podemos dizer que o amor não! Apenas a forma de compreendê-lo e de exteriorizá-lo.
Nós somos os únicos do planeta capaz de evoluir ativamente segundo a nossa vontade, de gerenciar o próprio destino, de nos educarmos, de amar e de manter o estado de amor.
A capacidade de amar também é desenvolvida, aprendida. O conceito ou o
estado de amor é relativo. Cada pessoa o percebe e aplica segundo sua
maturidade e evolução pessoal. Portanto, é verdade que os brutos também amam;
segundo a sua ainda pobre capacidade de expressar o amor.
È possível traçar um breve
histórico do conceito de amor humano?
O que acha?
Também é disso que falamos no livro
CREIO NO QUE ME INTERESSA?
A tendência de interpretarmos conceitos segundo o que nos
atende os desejos, em cada momento, é muito forte.
A maioria das pessoas acredita em
Deus e num mundo regido por leis perfeitas e justas; apenas quando sua vida
está morna, tranqüila; essas mesmas leis, quando vivem apertos ou dificuldades
passam a ser erradas, injustas dando origem a mil reclamos e até a revoltas ou
fugas na distimia, depressão, pânico, etc.
Esse tipo de desonestidade de
vender e comprar idéias falsificadas: é fruto da pobreza de maturidade
psicológica...
FÉ TAMBÉM É QUESTÃO DE ESCOLHA?
“VÓS SOIS DEUSES...”
Somos cocriadores:
A vontade é que fornece o objetivo e o impulso de agir.
CRIAR OU APENAS COPIAR TAMBÉM É QUESTÃO DE ESCOLHA?
É PERIGOSO TENTAR VIVER NO MUNDO DE NÁRNIA?
Já conquistei a capacidade de alterar a percepção da
consciência e materializar fantasias ou ficarei prisioneiro delas?
Eu posso.
Eu sou capaz.
Eu quero.
Perceber
que somos capazes de alterar a percepção e a atenção da consciência é um marco
em nosso desenvolvimento.
Estamos aptos a criar a própria realidade e a
intervir na dos outros – embora seja muito perigoso. Também podemos nos
habilitar a manejar o próprio destino e a gerenciar a própria vida, pois temos
à disposição recursos para tanto, basta apenas que o desejemos, e que nos
habilitemos a usá-los.
Neste
momento, seja um observador de sua consciência, não julgue apenas documente;
para só depois interpretar e avaliar seu padrão.
Sua
atenção permanece mais dirigida para dentro de você? Para o mundo
exterior? Ou vive mais nos pensamentos,
nas fantasias?
Observe
como quando você está ocupado com uma imagem ou com uma fantasia sua percepção
da realidade interna e externa diminui ou desaparece.
Uma das nossas
importantes tarefas neste bate papo íntimo é aprender a separar realidade de
ilusão.
Em virtude
de não termos muita consciência de nosso potencial, é que em nossa vida
predominam as ilusões que não se concretizam nem se transformam em
experiências; pois, quem vive no mundo das ilusões passa pela vida sem viver,
sem experimentar; e se nos descuidarmos, podemos correr o risco de permanecer
na vida física durante oitenta anos e viver realmente apenas alguns meses de
vivências próprias e ricas.
Ao
aprendermos a separar realmente ilusão de realidade teremos dado um gigantesco
passo em simplificar e tornar nossa vida muito produtiva e com boa qualidade.
VIVER NA ILUSÃO SERÁ UMA BOA ESCOLHA?
Uma das melhores ferramentas a nos ajudar na aventura da
descoberta de nós mesmos, é o estudo:
DOS EFEITOS DAS NOSSAS ESCOLHAS.
Maquiamos até a verdade/realidade.
Essa escolha representa a maior parte do sofrimento e do
atraso individual e coletivo; pois, a lei de causa e efeito, além de guardiã da
Divina Justiça, é grande mestra em nos ajudar a percebermos limites individuais
e de relações; daí que a tentativa de minimizar os efeitos de muitas das
escolhas que executamos pode se tornar um desastre.
Quando nós tentamos anular os efeitos de escolhas efetuadas
em opções anteriores que se apresentaram; nós criamos a dor e o sofrer; esse é
um grande entrave ao desenvolvimento da capacidade de discernir até onde
podemos e até onde devemos ir.
Como exemplo:
Os tratamentos que nos ajudam a perder o senso mínimo de
limites orgânicos; pela repetição das agressões contra o próprio corpo. Dentre
outros na área da sobrevivência econômica: o mau uso do crédito que colabora
para que adquiramos dívidas insolúveis etc.
A maquiagem dos efeitos, longe de se tornar um bem, quando mal-usada;
obstrui a criatividade e bloqueia o desenvolvimento das capacidades.
A repetição sistemática desse mecanismo conduz ao hábito das
desculpas e justificativas sem nenhum esforço de mudança nas atitudes.
No mundo das coisas maquiadas desdenhamos a simples soma da
matemática ao brincarmos e faz de conta e esse tipo de enfoque de camuflar
atitudes que agridem o próprio indivíduo se torna uma armadilha perigosa para a
perda de qualidade de vida num espaço de tempo cada vez mais curto e do senso
de limites.
Dedicar
um tempinho diário ao estudo dos efeitos gerados pelas nossas escolhas – longe
das desculpas e das justificativas e de velhas crenças nos conduz de forma
gradativa à verdade do EU SOU – eu escolhi e pode se tornar um roteiro de
transformação interior.
E aí o
que acha?
A
ESCOLHA É UM DETERMINISMO e o LIVRE ARBÍTRIO É OPCIONAL?
SOMOS O QUE ESCOLHEMOS SER; ENTÃO PLANEJA TUA VIDA...
Estamos nos capacitando a
planejar nossa vida.
Planejamento é a única forma de
dominarmos a lei de causa e efeito.
Analisando bem as ações antes de
desencadeá-las, somos capazes de lhes antever os possíveis resultados e tornar
a lei de causa e efeito positiva.
O problema é que nosso projeto
de vida é pobre, extravagante, neurótico, paranoico, e assim mesmo, colocamos
como uma das nossas metas de vida criar metas para a vida dos outros.
Quanto mais simples e diretas
forem as metas mais rápidos e eficazes serão os resultados. A vida busca
eficiência, resultados...
Eficiência exige conhecimento,
dedicação e trabalho.
A primeira fase é definir as
metas, torná-las muito claras, simples e fáceis de serem executadas passo a
passo.
Aprenda a não atropelar as suas
metas.
Separe as metas que realmente
são suas das dos outros. Analisa bem que tipo de permissão darás para que os
outros intervenham nas tuas metas de vida.
Aprende a fazer uma tarefa de
cada vez e bem-feita, caso contrário a vida devolve com certeza para que seja
refeita.
Dentro do teu projeto de vida
permite que a interferência na vida dos outros seja apenas a inevitável. Não
arruma compromissos desnecessários que apenas irão criar atrasos para todos.
PASSANDO PARA LEMBRAR QUE SOMOS
O QUE ESCOLHEMOS conforme coloco no livro Anatomia das escolhas Do amor do
perdão – Ed. VISEU
Pessoas tristes, angustiadas sob o domínio de um medo tão
intenso que cause pânico sempre houve; apenas, nunca como atualmente.
Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma
explicação lógica, um fato palpável, hoje, boa parte dos que se sentem dessa
forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.
A sensação de que nós ficamos mais lentos a cada dia;
tentando viver num mundo onde a rapidez é a tônica; nos deixa assustados e, a
cada dia que passa (tão rápido), sentimos mais dificuldades para cumprir com
nossos afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de
paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...
Primeiro nossa mente dispara, o cérebro não obedece ao
comando de parar e as ideias nos atropelam; daí, começamos tudo e não
finalizamos nada; então travamos.
No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem
claros motivos.
No campo psicológico, tristezas, medos e angústias
inexplicáveis.
O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.
Por que será que tentamos desistir de continuar a incrível
experiência da aventura de viver?
Estaremos doentes, frustrados, desalentados, enfadados,
entediados de tentar descobrir se preferimos o bem ou o mal, a razão ou a
emoção?
Ou tentamos adiar a escolha entre o ser e o não ser, entre o
viver e o morrer?
Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que
vai dar?
Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.
Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.
Quem poderá nos ajudar?
Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano
pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais,
econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.
Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou
da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria
necessário; e a resolução parece longe pois está centrada num diagnóstico
incompleto.
A cada dia fica mais evidente que sem mudar o jeito de viver
e a visão de mundo será improvável resultados definitivos.
O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do
concreto ao abstrato, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no
caos íntimo e antes nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real
e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para
trás, de não gozar mais do que os outros...
A forma
de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade
e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta.
Inevitável
que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico e o medo gerado
pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito;
e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante:
o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de
novo.
Sair
dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles
labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora;
mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não
é fácil; parece a quem está de fora assistindo á angústia de quem está lá
dentro.
Detectar
as prováveis vítimas do pânico é muito fácil e pode ser feita desde os
primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas,
ninguém liga...
Será que também é uma questão de ESCOLHA?
JÁ TENHO CONSCIÊNCIA DA MINHA CONDIÇÃO HUMANA?
Pode parecer uma afronta às nossas crenças a possibilidade de muitos não terem ainda consciência de serem realmente humanos de fato; ou o que seja ser um humano real ao invés de um Projeto em andamento.
Quem somos nós?
Provavelmente, não tenhas dúvidas de que pertences à
espécie humana, embora talvez nunca tenhas parado para pensar sobre a
importância disso aqui na Terra.
Como saber?
Enumera as
características do que consideras um ser humano.
Seria possível que
muitos que rotulamos de humanos pudessem ser ainda quase?
Segundo nossas verdades, no momento o único
animal capaz de filosofar no Planeta somos nós. Mas, será? Pois, experiências
com todos os tipos de seres vivos começam a deixar algumas dúvidas em relação à
nossa superioridade absoluta.
Se estás insatisfeito com o caminho que trilha a
Humanidade procura ignorar isso, pois no momento não importa como deveríamos
ser, preocupa-te em analisar como nós somos no presente e mais importante o que
de fato conta:
O que realmente conta é você.
Apenas
analisa a tua visão de Humanidade e como te enquadras nela.
Qual é a tua
forma de participar da vida em sociedade?
Reflete e
toma consciência, sem julgamentos, pois eles vão te conduzir primeiro a culpas,
e depois a desculpas e a esconderijos de personalidade.
Julgamentos
apressados também podem te levar a querer mudanças sem firmeza e clareza,
portanto, no momento, não tenhas preocupação em mudar nada em ti, e muito menos
nos outros. Fixa-te no quem EU SOU de fato.
SERÁ A HUMANIZAÇÃO UMA QUESTÃO DE ESCOLHA OU UM DETERMIINISMO?
A PRONTIDÃO E A MATURIDADE NÃO SÃO UM FIM; APENAS CAMINHOS ESCOLHIDOS...
Nenhum de nós está pronto.QUESTÃO DE ESCOLHA?
QUANTOS MINUTOS SOBREVIVEMOS SEM RESPIRAR, SEM BEBER ÁGUA,
SEM COMER?
Nossa lista de prioridades ainda é primitiva e precária:
Alguns minutos sem respirar morremos.
Em torno de 4 dias sem beber água morremos.
Alguns dias quase meses sem comer não morremos...
Somos seres ainda sensoriais e ainda usamos o alimento como
fonte de prazer.
A vida sempre tenta nos ajudar a despertar e uma ferramenta
importante para despertarmos para a respiração é a ANSIEDADE exagerada, inútil
e mórbida.
E a qualidade do ar importa?
Teremos uma morte mais lenta?
Fica a questão íntima:
Qual a minha participação na preservação da qualidade do ar,
da água, do alimento?
O QUE PRIORIZO? COMER, BEBER OU RESPIRAR?
BEM PENSAR X MAU PENSAR
Na condição de cocriadores
desenvolver a inteligência é a tarefa primordial para o bem pensar pois pensar
é criar, transformar e escolher; mas escolhas tem consequências; e logo quando
começamos a pensar exercitando o livre-arbítrio criamos o próprio determinismo;
eis aí a origem primária das doenças, ou mitologicamente a “expulsão” do
Paraíso.
Com o início do
pensamento contínuo, o ser humano se imaginou superior aos que se guiavam
apenas por instintos germinando a semente do orgulho.
Ao se sentir- o centro
do universo e alvo único das atenções da criação originou o egoísmo.
Ao perceber que outros
semelhantes também pensavam deu vazão ao ciúme e se revoltou por ter que
dividir as atenções.
Também, sofreu ao
descobrir que havia outros mais além dele e teve início o sentimento de inveja.
Não demorou a perceber
que havia liberdade no pensar; daí uns podiam dominar e outros serem dominados surgindo
o desejo de poder que é o domínio de uns sobre os outros.
Ainda muito lentamente
percebemos que cada escolha traz consequências e ao atingir essa condição,
começamos a interagir com a lei de causa e efeito e descobrimos que através do
conhecimento é possível reformar os efeitos mudando as escolhas; isso implica
em responsabilidade; nesse instante de percepção nasceu a, ainda incipiente,
consciência ético - moral.
Já é um bom começo;
mas:
Tá demorando ou
POR QUE NEM SEMPRE AS PESSOAS REVELAM ABERTAMENTE SEUS DESEJOS E ATITUDES?